"Eu costumava acreditar em todo mundo, que as coisas eram fáceis, que tudo tinha jeito. Mas o tempo vai passando e a gente vai aprendendo. Vou dando muito de mim e aceitando o pouquinho que os outros têm pra me dar." (Caio Fernando Divo)
No fundo, no fundo ela sabia que era ele. E ele sabia que era ela..
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Vitória Monna

Sabe quando nada te descreve? Pois é, estou nesse momento, momento que nada nem ninguém consegue me entender, momento em que nada parece fazer sentindo, que tudo está de cabeça pra baixo.

Mas como alguns dizem: “Ela é confusa, boba e extremamente ciumenta. Quando não gosta ela não gosta mesmo, mas quando gosta acaba gostando mais do que deveria. Passa horas olhando pro nada pensando em alguma coisa que preste e acaba não pensando em nada. É apaixonada por abraços (dê um nela e automaticamente conseguirá arrancar um sorriso daquele belo rosto). Sempre se diverte com pequenas coisas. Mas quando ela disser que não está bem acredite, ela não está mesmo. Corra atrás, não a deixe fugir, ela é unica. Ela não é algo que você usa e joga fora, ela não é como todas as outras garotas. Ela nunca foi de exigir muito, de querer muito. Essa garota já se machucou demais, já chorou demais, já crio expectativas demais. Então não a iluda. Cuide dela.”

E quer saber mais um pouco?

“Não sou para se entender. Eu não sou lógica. Não sou um quadro exposto num museu para ser analisado. Eu sou mais um livro, daqueles que normalmente é julgado (ruim) pela capa, mas a história é até interessante depois de começar a ler. Sou daqueles livros que não são todos que são capazes de ler, aliás. Sou um livro sem um personagem principal, sem uma história com final. Sou um livro com páginas em branco, esperando que uma leitora me ache no meio de tantos outros livros mais bonitos. Sou um livro que não é preciso ser devolvido à biblioteca. Sou um livro em branco que só aceita ser escrito com caneta permanente.”